Antes e depois das enchentes em São Paulo

A chuva que vem castigando a cidade de São Paulo nos últimos dois dias, portanto muita água já caiu, deixou pelo menos 79 pontos da cidade inundados, pois, metrópoles geralmente são bastante impermeáveis.

As marginais Pinheiros e Tietê, estão completamente cheias d’água. Como as vias principais da cidade estão encharcadas, por conta desses dois dias molhados, veículos ficaram cobertos pela água e muitas pessoas tiveram de arriscar a vida atravessando a pé.

Confira imagens de antes e depois em alguns pontos alagados de São Paulo:

Marginal Pinheiros, Ponte Jaguaré

Marginal Pinheiros Ponte Jaguaré
Vista da Ponte do Jaguaré, na Marginal Pinheiros, Ceagesp alagado. Antes e depois das enchentes em São Paulo

Cidade Universitária da USP, Raia Olímpica:

Avenida Professor Mello Moraes, na Cidade Universitária da USP
Cidade Universitária da USP, na Avenida Professor Mello Moraes, altura da Raia Olímpica da USP

Marginal Tietê, Ponte da Casa Verde

Marginal Tietê, Ponte da Casa Verde
Alagamento na Marginal Tietê, na altura da Ponte da Casa Verde

Avenida Cruzeiro do Sul em Santana

Santana , Avenida Cruzeiro do Sul
Santana , Avenida Cruzeiro do Sul. Antes e depois das enchentes em São Paulo

Marginal Tietê, Ponte Julio de Mesquita Neto

Marginal Tietê Ponte Julio de Mesquita Neto
Vista da Marginal do Rio Tietê, Ponte Julio de Mesquita Neto, em São Paulo

Problemas referente enchentes na cidade de São Paulo, são permanentes nas últimas décadas, pois a cidade recebeu desenvolvimento industrial e crescimento populacional desordenado, tornando-se cada vez mais suscetível a esse tipo de situação.

Muito cimento, poucas áreas verdes e porosas, obras ilegais nas encostas e área de risco e muito mais.

Construções de todas magnitudes e complexidades fazem de São Paulo a cidade mais difícil de se administrar, seja na publicidade de educar sua população a respeito do meio ambiente, seja na distribuição de políticas públicas realmente eficientes.

Situação essa que só mobiliza, população e governo, quando traz prejuízos para ambos, portanto continua absolutamente atual a máxima: Só incomoda quando dói no bolso.

Ficou bastante claro que o volume de água que despencou sobre as cabeças paulistanas foi desproporcional a respeito do período das quedas, mas a falta de consciência ambiental da população também carrega uma generosa dose de culpa para as cheias.

O descarte ilegal de resíduos em rios, bueiros e outros locais inapropriados, contribui em muito para que os antigos sistemas de drenagem e vazão de água pluviais não suportem o estrondoso volume que recebem.

Resultado: População que sofre, perde seus bens, suas vidas e sua dignidade, e por consequência a esperança por dias melhores.

Não é repetitivo lembrar que, todos temos culpa nas questões problemáticas ambientais de nossa amada São Paulo, portanto, a consciência deve ser alimentada de novas atitudes.

Resta saber quando esse cenário tomará outros rumos.

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